domingo, 27 de fevereiro de 2011

Meu gozo?

Meu gozo?
...não sou gozo de surgir de repente, de simples explosão. Não, seria óbvio e simples demais. Nao sou o esteriótipo do que se faz . Sou gozo quando olho querendo, sou gozo ao tirar a roupa, em descontrolar pudores, ao falar no ouvido baixinho, ao beijar suores, em alimentar arrepios, cheirar prazeres. Intensificar sentidos.

Não o gozo comum, simples, que surge quase sempre antes do tempo, como um pretensioso Big Bang qualquer. E booom.....

Não, Eu o lapido, eu o gemo, eu o misturo. O gozo é plural, é conjunto, é não gozar só. Eu o faço acontecer, gozo não surge, é principio e meio e não fim. É continuidade, é repetiçao, é gozo de tempo certo, é gozo de tempo inteiro, é gozo de noite adentro, é gozo de madrugada afora!

Meu gozo, não é só gozar...


Meus instantes Meus Momentos

Inscrição para uma Lareira

Inscrição para uma Lareira


A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meios aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!

Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...


Mário Quintana

Mate minha sede!!!

Mate minha sede!!!

Por que minha sede nunca se sacia?
Tenho sede de você de manhã, a tarde e a noite
Sempre quero mais, não importa a estação
Todo dia é dia de sentir prazer
Desfrutar da sua natureza de másculo
Desejo você
Quero ti possuir,
Quero tirar você do sossego
Tenho fantasias a realizar com você
Não pode demorar, não agüento esperar
Quero ti pegar na cama dormindo
Bem de manhã
E poder abusar de você
Tirar de você o que há de bom: seu leite
Nem que seja preciso lambuzar meus dedos,
Adoro leite no café da manhã
Após o almoço, quero sobremesa
Pode ser sobre a mesa de sinuca, a mesa de canto, a mesa do escritório
Só não pode faltar sua presença
Eu sem você sou como
Uma princesa sem seu castelo

Dá pra viver sem, mas a história não fica a mesma
E a noite deixo você preparar o jantar
Você pode fazer com bastantes beijos calientes
E colocar suas mãos no meu caldeirão
Mexê-lo, mexê-lo até meu caldo ferver

Sobre você
Sei que você gosta dele borbulhando.


Gosto do seu gosto, porque sei que só você
Sela minha boca pra ela esperar por mais leite até amanhã.

Hoje eu quero...

Te agarrar, te lamber
Te beijar, até perder o ar
Quero falar safadezas no seu ouvido
Te quero deitada, ao meu lado
Te quero nua, pedindo meus carinhos
Quero aquecer-te as partes intimas
Quero ser seu homem
Te encher de tesão
Quero te deixar com sede
Te deixar com fome de mim...
E depois, quero saciar toda tua vontade!

VEM...

Vem, vou tirar sua roupa
Lamber cada parte do seu corpo
Sentir sua xaninha fervente e úmida
E seu “tesinho” quente e apertado

Vem, vou fazer você entrar em êxtase
Enquanto me delicio com o seu doce
Fazer você gemer baixinho
E gozar deliciosamente em minha boca

Vem, vou te dar meu "menino"
Firme e latejante
Você vai poder fazer com ele o que quiser
Colocar na boca, lamber, chupar,
Se deliciar com o meu leite

Vem, vou te colocar de quatro
Enterrar meu mastro na sua “menina”
Depois na sua bundinha,
E vou ficar ali, até que nós não aguentemos mais
De tanto gozar

Nos amando!

Nos amando!


Nossos lábios se encontram,
Em beijos apaixonados.
Corpos se esfregando,
Nos deixando arrepiados.

Tiramos as roupas bem devagar,
Eu as suas e você as minhas,
Nos despindo por completo,
Sem medo de se entregar.

Suas mãos percorrem meu corpo,
Fico ainda mais excitado,
Deito-te na cama e te beijo inteira,
Fazendo teu corpo ficar todo molhado.

Me aproximo da “menina”,
Te fazendo delirar,
E ali fico,
Até vê-la gozar.

Com seu gosto em minha boca,
Volto a te beijar.
E com nossos corpos unidos,
Continuamos a nos amar!

Quero teu sexo...

Quero teu sexo tocar,
Sentir,
Lamber,
Chupar.

Quero teu sexo beijar,
Morder,
Penetrar,
Gozar.

Te desejo, sempre!

Sempre desejo,
Beijar você, lamber você.
Sentir o gosto da sua "menina".
Te colocar de quatro, de pé, de lado,
Te deixar por cima, te deixar por baixo,
De todas as formas,
Desejo amar você,
Penetrar você,
Te fazer gozar,
E gozar com você.

(Filipe San)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

No corpo feminino...
No corpo feminino, esse retiro
- a doce bunda - é ainda o que prefiro.
A ela, meu mais íntimo suspiro,
Pois tanto mais a apalpo quanto a miro.
Que tanto mais a quero, se me firo
Em unhas protestantes, a respiro
A brisa dos planetas, no seu giro
Lento, violento... Então, se ponho tiro
A mão em concha - a mão, sábio papiro,
Iluminando o gozo, qual lampiro.
Ou se, dessedentado, já me estiro,
Me penso, me restauro, me confiro,
O sentimento da morte ei que adquiro:
De rola, a bunda torna-se vampiro.


Carlos Drummond de Andrade
Deusa da minha tara
Imagino-te em versos

Possuo-te todas as noites... Em sonho...

Tua vagina... Passeio com minha língua...

Esfrega minha cabeça entre tuas pernas...

Choras implorando... Pedes... Chupe-me... Coma-me.

Enfie tudo... Pego-te e penetro meu pênis grosso e ferro em estocada dentro de ti... Berras... Choras de prazer...

Agradecendo...

Meu amor...




(Por Agimau)